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Ao entrar na sua igreja local, será que toda criança respira um ar impregnado pelo amor de Jesus? Como trabalhar para que isto aconteça sempre, não apenas às vezes? Quando Jesus chamou para perto de si as crianças e as abençoou, podemos dizer que ele se preocupou com a inclusão, a escuta, o toque, a bênção e o serviço. Uma igreja amiga das crianças age como Jesus.

Acolhe e inclui as crianças

Jesus incluiu todas as crianças. Uma igreja amiga se preocupa com a criança em toda e qualquer circunstância em que viva, aceitando-a como se encontra e enfrentando qualquer obstáculo que exista no seu caminho para que ela tenha condições de participar de forma plena.

Ouve as crianças

Jesus estava sintonizado com as crianças, percebeu que queriam se aproximar. Ele sabia escutar com os ouvidos e com o coração. Os adultos de uma igreja amiga têm a prática de ouvi-las (também com os ouvidos e coração). Ouvir uma criança envolve prestar atenção em todo o seu comportamento, não apenas no que diz. A igreja amiga respeita o que a criança pensa e valoriza seu discernimento espiritual, porque entende que ela também tem acesso a Deus.

Traz cura para as crianças

O toque de Jesus opera milagres na vida de uma criança. A igreja amiga reconhece isso e busca todas as maneiras de ministrar esse toque curador na vida de cada criança. Isto significa trabalhar para fortalecer a família. Essa igreja se envolve no trabalho de fortalecimento e restauração emocional de crianças e suas famílias e dá atenção especial às que estão sofrendo, ou que foram vítimas de maus-tratos.

Abençoa as crianças

A igreja amiga abençoa as crianças fazendo questão de reconhecer suas conquistas em público. Aloca recursos, pessoal qualificado, para construir bons programas para cada faixa etária, e se esforça para fortalecê-las na fé e no conhecimento de Cristo.

Inclui a criança na sua missão

A igreja amiga da criança acredita que esta não só é capaz, como também, quando lhe é dada a oportunidade, traz grande entusiasmo para o serviço cristão. Nessa igreja, as crianças desfrutam do privilégio de abençoar os outros com seus dons espirituais e talentos naturais.

Ao ler o texto acima e ver como nossa igreja recebeu bem a inserção de nossas crianças nos cultos no mês de outubro, fiquei muito feliz, na certeza de que não tem sido só nestes momentos que elas são lembradas. Creio que o fato de todos os domingos as reunirmos para orarmos juntos por seu momento de culto e respeitá-las em suas expectativas nos torna uma “uma igreja amiga das crianças”.

Foi muito gratificante, por exemplo, ver como no domingo passado, quando oramos junto com elas pela Paola, elas, de pronto, atenderam ao meu pedido de escreverem um bilhetinho para que eu pudesse levar ao hospital.

Que seja assim! Aprendendo com Jesus e cumprindo a Sua Vontade para com os pequeninos!

Texto Extraído revista Ultimato e adaptado

Pastor Marcos Peres