Igreja de joelhos, nação de pé

“Eu, porém, clamo a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia choro angustiado, e ele ouve a minha voz.”
(Sl 55:16:17)

Diante de uma situação difícil, só o Senhor pode lhe dar conforto e direção. No Culto de Oração desta quarta-feira, 14/04/2021, o pastor Marcos Peres nos lembrou da exortação do apóstolo Paulo a Timóteo sobre a prática da oração:

Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.
(1 Timóteo 2:1)

Não podemos nos render as armas do Inimigo e deixar de interceder uns pelos outros, pela nossa nação, pelas autoridades e pelos irmãos, como fizemos no início deste culto. Muitas vezes o Inimigo pode trazer situações para que percamos este ânimo de buscar a presença do Senhor em oração.

O pastor nos lembrou de situações usadas pelo Inimigo para nos afastar do ministério da oração: o cansaço (Mt 26:43), distração ou inquietação (Sl 55:16-17), pressa (Ec 8:3), desânimo (Lc 24:13-35, Is 35:3-4) e a preguiça (Pv 6:6, Mt 7:7).

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