Culto de Oração e Estudo Bíblico

A oração de Jesus por nós

A oração que chamamos de “Pai nosso” foi a oração que Jesus nos ensinou a fazer (Mt 6.9-13). A oração que chamamos de “oração sacerdotal de Jesus” foi a oração que Jesus fez por nós (Jo 17.1-26). Esta oração, feita poucos dias antes Dele deixar este mundo, foi feita em favor de Seus discípulos que ainda estariam no mundo. Não apenas por aqueles discípulos de outrora que, aliás, também já não estão no mundo, mas por todos os Seus discípulos, inclusive, aqueles que hoje estão no mundo… nós. Nessa oração sacerdotal, Jesus faz quatro pedidos por Sua igreja.

Jesus pede pela nossa unidade. Assim como Jesus é um com o Pai, Ele pediu que fôssemos um com Ele e uns com os outros, em amor (Jo 17.11, 21-23). Quando o amor de Deus é derramado em nosso coração, um milagre acontece: conseguimos nos colocar no lugar do outro e desejar o seu bem assim como desejamos o nosso. Não foi esse amor que levou Jesus a assumir nosso lugar e desejar que tivéssemos também o que apenas Ele tem com o Pai, a vida eterna? 

Jesus pede pelo nosso livramento do mal. Geralmente, pedimos pelo nosso livramento do “mau” (com “u” no final), ou seja, pelo livramento dos males naturais, como a perda de um emprego, um acidente, uma doença… Porém, Jesus pediu pelo nosso livramento do mal (com “l” no final), isto é, do mal moral ou, simplesmente, do maligno (Jo 17.15). Este, não pode nos fazer mal, pois Deus nos protege. Mas, pode nos tentar ao mal, a fim de que recebamos as más consequências do mal praticado por nós, a exemplo de Judas. Não permitir que o maligno encha o coração (At 5.3) e não se demorar na tentação são atitudes para nos manter livres do mal. Como alguém já disse, “não podemos impedir que os pássaros sobrevoem nossas cabeças, mas podemos impedir que nelas pousem e façam ninhos”.

Jesus pede pela nossa santificação. Embora muitos relacionem santidade com moralidade, Jesus a relaciona com Palavra e verdade (Jo 17.17). Enquanto o mundo diz, “a vida é curta, curta”; a Palavra diz, a vida é curta, por isso, “Lembra-te do Teu Criador nos dias da sua mocidade” (Ec 12.1). Enquanto o mundo diz, “você vale o que tem”, a Palavra diz que “a vida do homem não consiste na grande quantidade de coisas que ele possui” (Lc 12.15). Enquanto o mundo diz, “você é o teu deus, viva para você”, a Palavra diz, “Não terás outros deuses além de mim” (Êx 20.3) A verdade dói, mas limpa, santifica e liberta. Como Jesus disse, “Vocês já estão limpos pela Palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3).

Jesus pede pela nossa comunhão com Ele. “Pai, meu desejo é que aqueles que me deste estejam comigo onde eu estiver” (Jo 17.24). Há, pelo menos, duas razões para esse pedido. Primeiro, porque Jesus não é a maior bênção de Deus, mas a bênção onde Deus depositou todas as Suas bênçãos: salvação, luz, sabedoria, vida… Quem, assim, tem a Jesus, ainda que perca tudo por causa Dele, ganha tudo. Quem perde a Jesus, ainda que ganhe tudo, perde tudo. Segundo, porque o maior desejo da alma humana é ver a Deus e isso se realiza ao contemplarmos o rosto de Cristo. Esse privilégio Jesus já pediu e o garantiu para nós. “Bem-aventurados os limpos de coração, pois verão a Deus” (Mt 5.8). 

A oração sacerdotal de Jesus revela o que Ele pediu e pede por Sua igreja. Certamente, esses pedidos também não podem faltar em nossas orações em favor dela. Que Deus conceda à nossa PIB do Brás o que Jesus pediu por Sua igreja: unidade, livramento do mal, santificação e comunhão com Ele. Para o nosso bem e para a glória Dele. Amém. 

Texto do Pr. Ricardo Arakaki no boletim informativo da PIB do Brás de 06/08/2023.

Veja (ou reveja) a mensagem relativa a este tema:

Ou ouça no podcast:

O que Jesus nos ensinou a pedir

O que pedir em uma oração

Geralmente, pedimos o que achamos que precisamos. Porém, nem sempre o que cremos precisar, é, de fato, o que realmente precisamos. Às vezes, somos como a criancinha com sono que, irritada, não reconhece que o que mais precisa é dormir e, por isso, chora, pedindo uma série de outras coisas que não a satisfazem e só a deixam mais irritada. Na oração que chamamos de “Pai nosso” (Mt 6.9-13), Jesus nos ensina a pedir aquilo que, de fato, precisamos. 

Que a vontade de Deus seja plenamente realizada. Muitos questionam: “Se Deus existe, porque há tanta maldade no mundo?” Certamente, realidades como fome, guerra e muitas doenças, seriam extinguidas caso o ser humano atentasse para dois mandamentos, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.37-39). A maldade no mundo existe não porque Deus não exista, mas porque a Sua vontade não é obedecida. Se, antes, fosse obedecida, a terra se tornaria céu. Por isso, Jesus nos ensina a pedir: “Seja feita a Tua vontade, assim na terra, como no céu”. 

Que nos seja dado o pão nosso de cada dia. Isto é, o que é necessário para a existência de cada dia, nem menos, nem mais. Isto está em concordância tanto com o ensino do Antigo quanto do Novo Testamento sobre contentamento (Pv 30.8-9; 1ª Tm 6.6-10). Não poucos são atormentados ao caírem na tentação de tirarem os olhos do muito que se tem, para o que não se tem; do pouco que é necessário, para o muito desnecessário. Na sede de se ter tudo, acaba-se por perder tudo; na sede de ter o que não se tem – e o que não se precisa – acaba-se por se perder o que se tinha – e o que, de fato, se precisava. Por isso, o conselho paulino, “devemos estar satisfeitos se tivermos alimento e roupa” (1ª Tm 6.8). 

Que tenhamos paz com Deus e com as pessoas. Para se estar em paz com Deus é necessário estar em paz com as pessoas. Para se estar em paz com as pessoas é necessário estar em paz com Deus. Para se estar em paz com Deus é necessário reconhecer e confessar o pecado (1ª Jo 1.9). Para se estar em paz com as pessoas é necessário reconhecer o quanto foi perdoado por Deus e, assim, perdoar as, pedir perdão para, e ser perdoado pelas… pessoas (Mt 18.23-35). O pedido ensinado por Jesus, “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como também temos perdoado os nossos devedores”, resume essa verdade.

Que não entremos em tentação. A tentação é como um redemoinho, quanto mais tempo se fica nele, mais difícil de sair. Por isso, o melhor é não entrar nele. Quem foge da tentação livra sua alma, mas quem nela cai é como uma ave que caiu na arapuca ou como um peixe que mordeu a isca. Dificilmente se escapa e o fim é a morte. “Não nos deixe entrar em tentação, mas livra-nos do mal” é, portanto, pedir pelo livramento da morte e pela continuidade da boa e verdadeira vida em comunhão com Deus e com Cristo.

Certamente, podemos pedir por outras coisas. Aliás, todos os nossos pedidos devem ser conhecidos por Deus (Fl 4.6). Esses pedidos, porém, ensinados por Jesus, são imprescindíveis à vida e, por isso, não podem faltar em nossas orações. Essas são as coisas que, de fato, precisamos, quer, como criancinhas, reconheçamos ou não. 

Texto do Pr. Ricardo Arakaki no informativo da PIB do Brás do dia 30/07/2023.

Veja (ou reveja) a mensagem do Culto de Estudo Bíblico sobre este tema:
A oração do Pai Nosso (Mateus 6:9-13)

Ou ouça o podcast no Spotfy:

Conclusão e revisão do estudo bíblico

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado cristão. Esse é o tema dos estudos que o pastor Irland Pereira de Azevedo trouxe à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico num ciclo que se encerrou hoje.

Breve esta aula de conclusão e revisão estará no nosso canal do YouTube. Mas desde já fique com os compromissos que os presentes (cerca de 80 membros) firmaram com o pastor.

Veja algumas imagens do culto de oração que antecedeu o estudo bíblico:

Você pergunta, a Bíblia responde

Pré-Tribulacionismo, Pós-Tribulacionismo, Amilenista e Pró-milenista…

Onde estão os restos da arca de Noé?

O que a Bíblia tem a dizer sobre a maçonaria?

Como entender Gênesis 6:2? Filhos de Deus e filhos dos homens?

O que quer dizer o termo Pentecostal na Bíblia?

O que é a batalha de Armagedon?

O que não falta é tema polêmico na série “Você pergunta, a Bíblia responde” com o pastor Irland Pereira de Azevedo.

E ouça ao vivo as explicações do pastor nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 19h30.

5ª Marca do Genuíno Discipulado: simplicidade

Na aula sobre a 5ª Marca do Genuíno Discipulado, a simplicidade, o pastor Irland Pereira de Azevedo trouxe tópicos retirados do livro de Richard Foster para nossa reflexão.

Sugestões para um estilo de vida simples:

  1. Jamais tome emprestado ao futuro.
  2. Acostume-se a deitar e a dormir em horários determinados.
  3. Diga não a projetos que comprometam sua agenda ou sua saúde mental.
  4. Não seja centralizador, distribua tarefas, ensine e delegue.
  5. Desentulhe sua vida de coisas desnecessárias.
  6. Deixe tempo livre e reduza as coisas, fazendo-as bem feitas.
  7. Seja pontual, essa é uma questão de caráter.
  8. Faça o que lhe cabe fazer hoje.

E hoje tem mais!

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado. Esse é o tema da série de estudos bíblicos que o pastor Irland traz à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 19h30.

Ah, este culto não tem transmissão online!

Deus não faz em série, Deus só faz fora de série!

“Pessoas não se comparam. E as pessoas humildes não se comparam. Deus não faz em série, Deus só faz fora de série.”

As frases são do pastor Irland Pereira de Azevedo na série “Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado”, tema da série de estudos bíblicos que o nosso pastor interino traz à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 19h30. 

E vale reforçar: esse culto não tem transmissão ao vivo nas redes sociais. 

Venha participar presencialmente. 

Assista a mensagem no nosso canal do YouTube ou ouça a mensagem no podcast.

Humildade, marca do genuíno discipulado cristão

Nesta semana o estudo sobre o Genuíno Discipulado Cristão, tratou da humildade e da tensão inerente ao discipulado cristão, que é servir ao mundo sem se amoldar aos valores contrários ao reino de Deus. As Escrituras não dizem respeito apenas ao que não devemos ser. Elas se ocupam também, e bastante, com o lado positivo desta questão, ou seja, com o que devemos ser como discípulos de Cristo. Neste estudo o pastor Irland nos convida a isso: nosso chamado a vivermos uma vida semelhante ao nosso Mestre (1 Jo 2.6).

Devemos cultivar a humildade, reconhecendo os outros como superiores, se são superiores, e reconhecer nossa própria finitude. 

Muito que há em mim pode ser ruim, mas há em mim coisas que Jesus colocou em mim e que tem valor. Se Jesus morreu por mim como tenho o direito de dizer que não valho nada? Mas, o humilde reconhece que tudo vem de Deus: o que ele tem, o que ele é, o que a sociedade reconhece nele, poder que tem, saberes que adquire. Deus é o criador e somos criaturas pobres – e bem-aventurados os pobres, disse nosso Senhor.

A vida humana é a passagem de dois momentos de nudez: o nascimento e a morte. A frase de John Stott nos ensina muito sobre a humildade, a primeira as virtudes morais, que se opõe ao orgulho.

Pessoas não se comparam. E as pessoas humildes não se comparam. Deus não faz em série, Deus só faz fora de série.

Referências do estudo desta noite: Filipenses 2, Mateus 18:1-4, Lucas 18:9-14.

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado. Esse é o tema da série de estudos bíblicos que o nosso pastor Irland Pereira de Azevedo traz à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 19h30.

E vale reforçar: esse culto não tem transmissão ao vivo nas redes sociais.

Venha participar presencialmente.

Ouça o podcast no Spotfy:

Ou veja no YouTube:

Semelhança com Jesus

“Se afirmamos ser cristãos, devemos ser como Cristo”, afirmou John Stott no livro que serviu de Leitmotiv (do alemão, motivo condutor) para esta série “Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado”.

Esse é o tema da série de estudos bíblicos que o nosso pastor Irland Pereira de Azevedo traz à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 20h. 

E nesta semana o estudo sobre o Genuíno Discipulado Cristão, o pastor Irland nos lembrou que Deus quer pessoas parecidas com Jesus. Nós seremos como Cristo porque o veremos como Ele é. 

– Deus nos predestinou para sermos semelhantes a Jesus (Romanos 8:29)
– Estamos sendo transformados pelo Espírito Santo (2 Corintios 3:18)

Venha participar presencialmente amanhã. Esse culto não tem transmissão ao vivo nas redes sociais. 

Veja (ou reveja) o estudo no nosso canal do YouTube.

Você não pode ser uma pessoa conformada com este mundo!

Quarta-feira, estejamos na igreja aceitando a convocação do querido pastor Irland que nos convida ao inconformismo dizendo: 

“Você não pode ser uma pessoa conformada com este mundo!” 

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado. Esse é o tema da série de estudos bíblicos que o nosso pastor Irland Pereira de Azevedo traz à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 20h.

Não perca a oportunidade de aprender com este pastor que é um dos mais preciosos servos da nossa denominação, há mais de 62 anos como pastor, 39 dos quais em pastorados efetivos e que desde 2004 tem aceitado a missão de servir em pastorados interinos ou em orientação e ajuda em processos de sucessão pastoral, como faz na nossa igreja neste ano.

Neste convite, feito no culto dominical, o pastor Irland nos conta quais são as duas perguntas que ele responderá ao final do culto de oração:

– Por que Deus endureceu o coração de faraó?

– A expressão Anjo do Senhor é sempre uma cristofania?

Venha ao culto para saber! Este culto de estudo não conta com transmissão ao vivo, a atividade é exclusivamente presencial. 

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado

Marcas, sinais e evidências do verdadeiro discipulado. Esse é o tema da série de estudos bíblicos que o nosso pastor Irland Pereira de Azevedo trará à igreja nos cultos de oração e estudo bíblico que acontecem às quartas-feiras, às 20h.

Não perca a oportunidade de aprender com este pastor que é um dos mais preciosos servos da nossa denominação, há mais de 62 anos como pastor, 39 dos quais em pastorados efetivos e que desde 2004 tem aceitado a missão de servir em pastorados interinos ou em orientação e ajuda em processos de sucessão pastoral, como faz na nossa igreja neste ano.

O pastor Irland nos contou no culto de domingo que serviu como pastor interino e coordenador de processo de transição pastoral nas igrejas PIB São Paulo, IB do Méier (no Rio de Janeiro), IB Ipiranga, IB Paulistana, PIB de Taubaté, IB da Liberdade e IEB em Vila Antonieta, SP e neste ano, como consultor, à PIB do Brás, à PIB de Guarulhos e à PIB de Taboão da Serra, todas em SP.

Além disso, aos 88 anos, toda semana, ele ora por mais de 580 pastores e suas igrejas!

Venha orar e aprender com o querido pastor Irland no culto desta quarta-feira!

Acompanhe nossa programação fixa:
– Domingos: Culto Matutino, às 9h, e Culto Vespertino, às 18h30
– Quartas-feiras: Culto de Oração e Estudo Bíblico, às 20h
– Escola Bíblica Dominical para todas as idades, todos domingos, às 10h30, após o culto matutino.
– Encontros de MCM, SMM, MR e ER domingos, às 17h, antes do culto vespertino.